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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Municípios do Litoral receberão R$ 25 milhões através do Governo do Estado




O Governo Federal vai repassar R$ 25 milhões para obras emergenciais
de reconstrução das áreas atingidas pelas chuvas dos dias 10 e 11 de
março nos municípios de Antonina, Guaratuba, Morretes e Paranaguá, no Litoral do Estado, conforme projeto apresentado pelo Governo do
Paraná.

A confirmação do repasse foi dada ao governador Beto Richa pela
presidente Dilma Rousseff. “O Governo do Paraná agiu prontamente, com toda sua estrutura, desde o primeiro instante, fazendo o atendimento emergencial e de prevenção. Estamos dando toda a atenção às famílias desabrigadas e apoiando os municípios para restabelecer a normalidade”, disse governador
No encontro o governador agradeceu pelo envio dos recursos e pela
disposição dos ministros que receberam a ele e aos secretários
estaduais no momento mais crítico para o atendimento às pessoas
desabrigadas pela inundação no Litoral. “A idéia é trabalhar em
conjunto com o governo federal e a presidente Dilma espera fazer
grandes parcerias no nosso Estado”
, disse.

Os R$ 25 milhões repassados por meio do Ministério da Integração
Nacional e Secretaria Nacional da Defesa Civil deverão ser utilizados
na reconstrução e recuperação de moradias, de estradas rurais, pontes
e vias urbanas, reconstrução e recuperação de prédios públicos,
recuperação da canalização de rios e córregos e na recuperação de
rodovias estaduais, entre outras obras emergenciais.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Beto e Dilma discutem investimento no Paraná


O governador Beto Richa se encontrou nesta terça-feira com a presidende Dilma Rousseff, em Brasília. No encontro foram discutidos investimentos federais no Paraná. “Foi uma conversa bastante cordial e cooperativa. A presidente se mostrou muito interessada em apoiar nossas reivindicações para que o Paraná recupere o tempo perdido”, destacou Richa. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior também acompanhou a reunião

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Beto irá à posse de Dilma


Todos os chefes de Estado irão à posse de Dilma Rousseff no sábado. O governador eleito Beto Richa irá para Brasília logo após a cerimônia da sua posse, marcada para sábado (1), às 10 horas.
A cerimônia da posse de Dilma Rousseff está prevista para começar às 14h10, em frente à Catedral Metropolitana de Brasília.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Beto Richa agradeceu aos paranaenses pela vitória de José Serra no Estado


O governador eleito do Paraná, Beto Richa (PSDB), afirmou no início da noite deste domingo (31), logo após a confirmação da vitória de Dilma Roussef na eleição presidencial, que espera trabalhar em parceria com o governo federal e que o País continue avançando. “Na Prefeitura de Curitiba, meu partido era de oposição aos governos federal e estadual, mas o trabalho não deixou de ser feito”, lembrou Richa. “Não farei oposição. Quem faz oposição é o partido no Congresso Nacional, que é o local adequado para esse tipo de posicionamento. O papel do Executivo é governar e buscar parcerias com outras esferas de governo.”

Richa agradeceu o resultado no Paraná, onde José Serra obteve 55,44% dos votos, 633.130 votos à frente de Dilma. “Fico agradecido aos paranaenses, pois conseguimos mais que dobrar a votação do primeiro para o segundo turno”, disse Richa. “Sabíamos que seria uma campanha muito difícil diante da popularidade do presidente Lula, principalmente no Norte e no Nordeste. Infelizmente, a sociedade brasileira não entendeu bem as propostas do Serra.”

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Para jornal inglês, decepção com Dilma

Para jornais britânicos, Dilma terá vida mais difícil do que Lula. Os eleitores brasileiros optaram pela continuidade do “lulismo” através de Dilma Rousseff, mas a decepção com a próxima presidente será inevitável, na avaliação de um editorial publicado nesta terça-feira pelo diário britânico The Guardian.

“Inevitavelmente, ela decepcionará. Após dois mandatos, Lula tem o status de uma entidade divina no país”, afirma o editorial.

O jornal comenta que Lula conseguiu tirar 20 milhões de brasileiros da pobreza extrema, elevar 30 milhões à classe média e reduzir o desemprego a níveis recordes, em “uma mudança que os brasileiros puderam sentir”.

Para o Guardian, Dilma é uma “tecnocrata de estilo rápido e direto” e assumirá a Presidência “em circunstâncias diferentes e com habilidades diferentes”.

“As questões administrativas de sua Presidência não devem lhe apresentar dificuldade, mas as políticas poderão. A bajulação e a sedução não são seu melhor papel, apesar de chegar ao poder com maiorias nas duas casas do Congresso”, diz o texto.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Dilma sabia do programa radical apresentado pelo PT


Para tucanos, ex-ministra precisa esclarecer quais são suas reais intenções

O programa de governo, protocolado pelo PT na segunda-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que prevê temas como controle social dos meios de comunicação, tributação de grandes fortunas e atenta contra a propriedade privada, levanta dúvida sobre a real intenção da candidata oficial à Presidência, Dilma Rousseff (PT).

Ao contrário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu controlar a ala radical do seu partido, Dilma já mostra disposição em fazer concessões a essa parcela do PT. Conforme noticiou a imprensa, a ex-ministra não só tinha conhecimento da versão polêmica do programa, síntese do documento denominado "A grande transformação", aprovado no Congresso Nacional do PT, em fevereiro, como rubricou as suas 19 páginas.

Após causar desconforto entre os aliados da petista, o projeto foi substituído ainda na segunda-feira por versão menos acalorada. Nos bastidores, os políticos consideram o remendo pior do que o próprio ato. De acordo com a assessoria da candidata petista, ela assinou a versão radical sem ter lido uma única linha do documento.

Na avaliação do deputado Luiz Carlos Hauly - PR(foto), o texto retirado revela o lado fascista do PT. "Uma ala radical do PT quer um governo parecido com o da Venezuela, país íntimo do governo brasileiro. Sem dúvida, o ato merece repúdio das pessoas preocupadas com a democracia, mas, principalmente, de toda a sociedade brasileira", avalia.

O deputado Gustavo Fruet (PR), líder da minoria, acredita que o momento é de esclarecer as dúvidas, não estimular pontos de interrogação na cabeça do eleitor, como tem feito a candidata petista. "A candidata oficial tem de se posicionar, esclarecer ao eleitor sobre o que ela pensa", afirma.

Disposta a evitar o debate e o confronto de idéias com seus adversários, Dilma não parece se comover com as dúvidas. De acordo com editorial do jornal O Globo, publicado nesta quarta-feira, "mais do que nunca, é imperioso Dilma Rousseff participar de debates, expor com clareza, o que pensa sobre questões-chave".

PONTOS POLÊMICOS
A defesa dos itens polêmicos não é nenhuma novidade. O projeto traz temas já defendidos em documentos como a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos, criticado por avançar sobre as liberdades de expressão e da mídia e por aumentar a participação do Estado nas relações empresariais, trabalhistas e judiciais.

O projeto levanta dúvida sobre o verdadeiro posicionamento da ex-ministra, se ela apóia ou não o controle da imprensa, e se ela é contra, como já foi, aos critérios de estabilização da economia, como o chamado tripé da econômica: câmbio flutuante, meta de inflação e o ajuste fiscal. Em fevereiro, no seu congresso nacional, o PT tinha esboçado a intenção de acabar com esses critérios, que, aliados ao Plano Real, garantiram a estabilização da economia.

Em relação aos movimentos sociais, a versão inicial se comprometia a revogar atos do governo Fernando Henrique Cardoso que inibem as invasões e estabelecem punições para os invasores, tirando da Justiça o poder de julgar invasões de terras tão logo elas ocorram. O assunto foi retirado da segunda versão.

A redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais foi outro item presente na primeira versão da proposta. A candidata do PT, partido que sempre se disse defensor dos direitos trabalhistas, havia se negado a defender a redução da jornada de trabalho.

(Agência Tucana)