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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ibama autoriza dragagem do Canal da Galheta, em Paranaguá


O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) expediu licença de instalação para que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) realize a dragagem de manutenção dos pontos críticos do Canal da Galheta. Com isso, a Appa lançará, nos próximos 15 dias, o edital de licitação para a contratação da draga que irá realizar o serviço.

A dragagem irá restabelecer a profundidade original do Canal da Galheta, que é de até 15 metros, permitindo que navios de maior calado naveguem em Paranaguá. Hoje, a Capitania dos Portos autoriza que navios com calado de até 11 metros naveguem pelo Canal da Galheta durante o dia e, durante a noite, 10,8 metros. Com a finalização dos trabalhos, navios com calado de até 12,5 metros poderão voltar a navegar pelo Canal da Galheta.

Desde 2009 não é realizada uma dragagem de manutenção do Canal da Galheta. No início deste ano, por determinação do governador Beto Richa, foi realizada a dragagem emergencial nos berços de atracação, trabalho que não era feito há seis anos.

A dragagem de manutenção deverá custar em torno de R$ 25 milhões e será paga com recursos próprios da Appa. Deverão ser retirados das áreas críticas ao longo do Canal cerca de 2,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos. A área de despejo ficará a 22 quilômetros do local dragado

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Dragagem nos portos de Paranaguá e Antonina recebe aval do Ibama


O Ibama comunicou a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina que liberou a licença ambiental para a execução da dragagem de aprofundamento do Canal da Galheta e da Bacia de Evolução dos portos de Paranaguá e Antonina. No comunicado, o órgão ambiental informa que aceitou a documentação do Estudo e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para as obras e que os demais procedimentos para a realização do projeto estão liberados.

(fonte: Blog da Joice)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Peixes foram despejados na Baía de Paranaguá, afirma a Polícia Ambiental


Os peixes que apareceram mortos na Baía de Paranaguá, no Litoral de Paraná, foram despejados no local por um navio pesqueiro. Essa foi a conclusão do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e da Polícia Ambiental, após consultarem as análises feitas pelo Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná (CEM-UFPR). O fato será confirmado em uma reunião na prefeitura de Paranaguá na tarde desta segunda-feira (10), às 16h30.

De acordo com o capitão Durval Tavares Júnior, comandante da companhia de Polícia Ambiental do Litoral, a nota técnica dos pesquisados do CEM-UFPR que confirma o que até então era uma hipótese - de que os peixes foram descartados na baía - também será apresentada na reunião desta segunda.

O comandante da companhia de Polícia Ambiental do Litoral afirmou que as análises feitas na sardinha-xingó pelo CEM-UFPR indicaram que os animais não estavam doentes.

Além disso, não foram encontrados resquícios de produtos químicos nas amostradas de sardinha estudadas, o que descarta a hipótese de que a mancha verde que foi vista na água (em 27 de dezembro) tenha ocasionado a mortandade. “O CEM concluiu ainda que algas tóxicas não causaram a mortandade dos peixes”, afirmou o capitão Tavares.

Um inquérito foi aberto para investigar o caso e a agora a Polícia Federal quer descobrir quem despejou os peixes na Baía de Paranaguá.

Número oficial

Cinco toneladas de peixes foram encontrados mortos na Baía de Paranaguá, de acordo com os órgãos ambientais, que não confirmaram os dados repassados pelos pescadores. A estimativa feita pelo presidente da Federação das Colônias de Pescadores de Paranaguá, Edmir Manoel era de que cerca de 60 toneladas de peixes tinham aparecido mortos na baía desde 30 de dezembro.

Fonte RPC