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quinta-feira, 3 de maio de 2012
16ª Exposafra acontece na próxima semana no pátio de triagem
Num cenário de modernidade e em pleno pico da safra de grãos, o pátio de triagem do Porto de Paranaguá será palco da 16ª EXPOSAFRA – Feira de Negócios para Transportadores, evento promovido pela Revista Caminhoneiro com apoio da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA).
Caminhoneiro autônomos e empregados, que estarão em pleno embarque da safra de grãos no Porto de Paranaguá se programam para visitar o evento, que é a oportunidade na qual terão o privilégio de conhecer, em primeira mão, as mais recentes novidades do setor de transporte rodoviário de cargas
Estimativas da organização, apontam que durante os quatros dias da 16ª EXPOSAFRA, mais de 5 mil caminhoneiros marcarão presença na Feira.
Destaque para os cuidados com a saúde dos estradeiros. Uma equipe do Sest/Senat estará de plantão no evento com ações focadas em saúde e valorização dos profissionais das estradas.
O Ministério da saúde com o estande do programa FIQUE SABENDO, realizará testes de AIDS com resultado que saem na hora. Manterá também uma equipe para orientações sobre as doenças de sexualmente transmissíveis (DSTs).
Durante o evento – de 7 a 10 de maio – o caminhoneiro terá ainda a chance de realizar test drive e avaliar o desempenho dos caminhões mais modernos do mercado, percorrendo os 3 km de pista desenvolvida especialmente para uma boa dirigibilidade.
Poderá avaliar os motores Euro 5 e sentir nas mãos o seu desempenho, constatando o baixo consumo de combustível e o nível menor de emissões.
Encontro de Empresários: No dia 8 de maio, haverá um encontro com frotistas e potenciais compradores de produtos dos expositores.
O encontro acontecerá em um almoço no Hotel Camboa, com a presença do Secretario de Infraestrutura e Logística do Estado do Paraná e seguirá com a visita a feira.
16ª EXPOSAFRA – Feira de Negócios para Caminhoneiros
Data: 7 a 10 de maio de 2012
Local: Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá – Paranaguá/PR
Horário test dive: das 9 as 17 h
Exposição: Das 15 as 21 h
Encontro de empresários e visitação a feira: Dia 08 de maio, às 12 horas no Camboa Hotel
Promoção: Revista Caminhoneiro – (11) 3049-1799
Entrada: Franca
quinta-feira, 29 de março de 2012
Exportação de grãos por Paranaguá cresceu 37% no primeiro trimestre

O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá exportou de janeiro até agora 3,4 milhões de toneladas de grãos. O volume é 37% superior ao registrado no mesmo período no ano passado. O embarque diário realizado no corredor tem sido, em média, de 65 mil toneladas.
Somente de soja para exportação foram embarcadas pelo terminal paranaense 1,6 milhão de toneladas neste primeiro trimestre. O volume é 117% superior ao registrado em 2011 no mesmo período. O farelo de soja apresentou alta de 43% em relação ao ano passado, totalizando 1,1 milhão de toneladas exportadas.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, disse que o aumento na movimentação reforça a necessidade de investir em melhorias no porto. Dando cumprimento ao plano de governo, ele determinou que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) trabalhe nos projetos de expansão da capacidade estática do porto para melhor atender a safra de grãos. “Nos próximos 60 dias vamos fechar o escopo das melhorias a serem executadas no corredor de exportação em caráter emergencial e para os próximos anos”, afirmou o secretário.
EXPANSÃO – Um dos projetos de expansão visa substituir quatro armazéns de carga geral que existem hoje no cais do Porto de Paranaguá. Juntos, eles somam capacidade estática de 54 mil toneladas. Está prevista a construção, na mesma área, de dois armazéns graneleiros, com capacidade estática de 195 mil toneladas e rendimento operacional de duas mil toneladas por hora.
A Appa trabalha ainda no projeto de modernização e repotenciamento do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, com o objetivo de elevar os níveis de produtividade, reduzir perdas e principalmente atender das exigências ambientais e de controle de zoonoses.
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Maior navio a aportar em Paranaguá atraca em segurança

Uma ação especial de segurança da Capitania dos Portos do Paraná permitiu que o navio Cosco Vietnam atracasse no Porto de Paranaguá na manhã desta terça-feira (21). Maior navio a aportar em Paranaguá, o Cosco Vietnam é um portacontêineres com 334 metros de comprimento, 42,8 metros de largura e exige calado máximo de 14,5 metros.
O capitão dos portos, capitão-de-Mar-e-Guerra José Henrique Corbage Rabello, acompanhou pessoalmente a atracação, a bordo do Cosco Vietnam. Ele conta que foram tomadas medidas para garantir a entrada, em segurança, do navio no porto. Foram dois práticos, dois rebocadores de prontidão e outros três auxiliando na atracação. “Em nenhum momento colocamos a segurança da navegação em Paranaguá em risco e a operação foi um sucesso. A atracação do Cosco Vietnam é um marco na história do Porto de Paranaguá e o coloca, perante os armadores do mundo todo, como um porto de primeira linha”, afirmou Rabello.
Antes deste, o maior navio a atracar no Porto de Paranaguá foi o Maipo, em fevereiro do ano passado. Navio de bandeira brasileira, ele tinha 306 metros de comprimento. Tratava-se também de um portacontrêineres, com capacidade para 6500 TEUs. Já o Cosco Vietnam tem capacidade para oito mil contêineres e em Paranaguá realizou 800 movimentos.
De acordo com Rabello, o navio segue a tendência dos novos portacontêineres, que devem aumentar cada vez mais de tamanho, para ter maior capacidade e, ao mesmo tempo, exigir menor calado. Antes de Paranaguá, o Cosco Vietnam – que tem bandeira chinesa – passou pelos portos do Rio Grande (RS) e de Itapoá (SC). Depois da escala no terminal paranaense, o navio segue para Santos e de lá, para Cingapura.
fonte ANotícias
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Porto se prepara para duplicar movimentação de cargas até 2030

Os projetos de expansão dos portos de Paranaguá e Antonina executados pela atual administração serão suficientes para atender a movimentação de cargas projetada para os próximos 30 anos, e estão de acordo com a expectativa da Secretaria de Portos do governo federal. O plano soma investimentos de R$ 3 bilhões, que serão destinados à ampliação do Corredor de Exportação e aumento do número de berços de atracação em Paranaguá de 20 para 32, entre outras melhorias.
Os resultados dos estudos realizados no Porto de Paranaguá foram apresentados em Brasília, por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina responsáveis pela elaboração do Plano Nacional de Logística Portuária. Contratada pela Secretaria de Portos, a UFSC prepara o planejamento dos terminais para os próximos 20 anos.
Segundo a análise, até 2030 os portos de Paranaguá e Antonina deverão movimentar 80 milhões de toneladas, duplicando a movimentação atual. O estudo apontou necessidade de investimento na ampliação da infraestrutura para o atendimento da demanda futura de cargas.
Técnicos da Appa e os pesquisadores da UFSC projetaram, na modelagem matemática, os projetos de expansão previstos pela Appa e verificaram que todos eles atendem à demanda de cargas do porto para os próximos 30 anos. Estudos e projetos para os portos paranaenses começaram a ser feitos logo que a atual administração assumiu, conforme previa o plano do governo Beto Richa.
A partir desses estudos, a Appa chegou ao plano de ampliação e modernização do Corredor de Exportação, aumento no número de berços dedicados à carga geral e fertilizantes, dois novos berços de contêineres, além da ampliação da capacidade do cais de inflamáveis, do pátio de veículos e da retroárea de contêineres.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Portos do Paraná fecham 2011 com 41 milhões de toneladas movimentadas

Os portos de Paranaguá e Antonina fecharam o ano de 2011 com 41 milhões de toneladas de cargas movimentadas. O volume é o maior registrado na história dos portos e, no comparativo com o ano de 2010, registrou um crescimento de 8%.
Considerando apenas a movimentação do Porto de Antonina – que no ano passado recuperou boa parte da movimentação de mercadorias – o crescimento foi de 400%, com 1,54 milhão de toneladas movimentadas. Este salto foi registrado principalmente pelo uso do porto como alternativa ao desembarque de fertilizantes.
Outro destaque na movimentação foi a exportação de soja. Em 2011 foram 7 milhões de toneladas exportadas, volume 30% ao superior ao registrado em 2010. Considerando toda a movimentação do Corredor de Exportação, foram 14 milhões de toneladas de soja, milho, farelo de soja, açúcar e trigo exportados. A marca é histórica e a maior registrada pelo Corredor, desde 2001.
“O ano de 2011 foi muito bom para os portos paranaenses. Batemos diversos recordes, recuperamos muitas cargas e a expectativa para 2012 é aumentar ainda mais estas marcas. Só na exportação de granéis, devemos ter um aumento significativo”, afirmou o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Airton Vidal Maron.
A exportação de açúcar fechou o ano em alta de 13%, totalizando 4 milhões de toneladas movimentadas. Os fertilizantes registraram alta de 25% em relação a 2010, fechando o ano com 9 milhões de toneladas importadas do produto.
A movimentação de veículos também registrou alta. Foram cerca de 230 mil unidades, volume 27% superior ao registrado no ano anterior. A movimentação de contêineres registrou leve alta, fechando 2011 com 680 mil TEUs movimentados.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Porto de Paranaguá é líder nacional em exportações do complexo soja

O porto de Paranaguá lidera o ranking nacional dos portos que mais exportam produtos do complexo soja (soja, farelo e óleo). De janeiro a novembro, foram 11,6 milhões de toneladas de produtos exportados, deixando para trás portos como Santos (SP), Rio Grande (RS) e São Francisco do Sul (SC). O volume movimentado é 7% superior ao registrado em 2010 e corresponde a 25% do volume nacional exportado. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.
Considerando os produtos separadamente, Paranaguá é líder na exportação do farelo de soja e no óleo de soja. De farelo, até novembro, foram exportados 4,2 milhões de toneladas, quase o dobro do que é movimentado pelo porto do Rio Grande, que ocupa o segundo lugar da lista, com 2,8 milhões de toneladas exportadas.
Paranaguá exportou até novembro 732,8 mil toneladas de óleo de soja, o que corresponde a 46% do volume nacional exportado.
O porto ainda ocupa a vice-liderança nacional na exportação de soja em grão. Até novembro, foram exportadas 6,6 milhões de toneladas, contra 8,6 milhões de toneladas exportadas por Santos. No entanto, o volume do grão exportado por Paranaguá apresentou alta de 27% em relação ao ano passado, batendo o recorde de exportação registrado em 2003, quando foram exportadas 5,7 milhões de toneladas do produto pelo Porto. Em Santos, a movimentação do produto cresceu 5% no período, e a média nacional de crescimento não passou de 10% em 2011.
“Estamos conseguindo recuperar cargas que deixaram de ser movimentadas por Paranaguá nos últimos anos. Exportadores que deixaram de usar nossa estrutura estão voltando. A dragagem que fizemos no início do ano contribuiu muito para atingirmos estes números”, afirmou o superintendente da Appa, Airton Vidal Maron.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Volume movimentado nos portos do Paraná já supera recorde histórico de 2007

A um mês do fim do ano, a movimentação de mercadorias pelos portos de Paranaguá e Antonina em 2011 já ultrapassou o recorde histórico de 2007. Até novembro foram movimentadas mais de 38 milhões de toneladas de mercadorias e a expectativa é que até o fim deste mês o volume chegue a 41 milhões de toneladas de produtos. Em 2007, foram movimentadas em 12 meses 38 milhões de toneladas.
“Estes resultados são fruto das mudanças administrativas determinadas pelo governador Beto Richa. Uma administração de portas abertas, com o intuito de facilitar os processos e recuperar cargas. Bater o recorde histórico do porto antes mesmo do final do ano é prova efetiva de que este novo estilo de governar está dando certo”, disse o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Airton Vidal Maron.
Além da movimentação geral, a Appa registrou recordes na importação e exportação de produtos. Até novembro foram exportadas 6,7 milhões de toneladas de soja. O volume é 13% superior ao recorde histórico de exportações do produto, registrado em 2003. As exportações de açúcar também superaram o recorde de 2010 em 4%, atingindo em novembro pouco mais de 4 milhões de toneladas exportadas.
A importação de fertilizantes também bateu o recorde histórico de 2007. Até novembro deste ano, foram 8,5 milhões de toneladas importadas do produto. E a movimentação de veículos superou o recorde registrado no ano passado em 14%, atingindo a marca de 207 mil veículos movimentados até novembro.
ANTONINA – Entre os índices positivos registrados pela Appa em 2011, merece destaque a movimentação de mercadorias no Porto de Antonina. Até novembro, foram 1,3 milhão de toneladas movimentadas, superando o recorde de 2004 em 25%. No comparativo com 2010 – quando o terminal ficou praticamente inoperante em decorrência de problemas de mercado e de limitações impostas pelo governo anterior –, a movimentação deste ano em Antonina é 400% superior.
“Estamos recuperando a movimentação de mercadorias em Antonina, usando o Porto como suporte ao de Paranaguá e trabalhando em diversos projetos para aumentar ainda mais a produtividade dos terminais lá instalados. A cidade já está sentindo os reflexos disso com a recuperação de empregos e movimentação da economia”, afirma o superintendente.
A receita cambial gerada pelas exportações de mercadorias também já atingiu recorde histórico. Até novembro, foram quase US$ 16 bilhões, valor 14% superior ao recorde de receita registrada em 2008 pela Appa.
Seguindo a tendência dos números, a expectativa é que a movimentação de 2011 supere os melhores números já atingidos em toda a história dos portos paranaenses.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Porto implanta ações para reduzir sujeira em Paranaguá

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) e os operadores portuários começaram uma operação para garantir que nenhum caminhão com fertilizantes e outros granéis de navios deixe a área primária do cais sem passar por higienização com jateamento mecânico de ar.
O processo é obrigatório e evitará que resíduos acumulados nas partes dos veículos no carregamento cheguem às ruas da cidade, no trajeto entre o porto e os armazéns e outras instalações. A sujeira nas vias públicas produz mau cheiro e atrai animais, que podem provocar doenças.
“Adotamos uma medida saneadora, que vai contribuir para a preservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das pessoas que atuam nas operações portuárias e dos moradores de Paranaguá, que terão uma cidade com ruas mais limpas”, afirmou o superintendente do porto, Airton Vidal Maron.
Como parte do trabalho em andamento para limpar as vias de acesso ao porto, o mesmo processo está sendo adotado em todos os terminais e moegas, para caminhões que descarregam grãos em Paranaguá. Os veículos também passarão por fiscalização para corrigir vazamentos e outras falhas que facilitem o derramamento de produtos nas ruas. O processo de higienização dos caminhões será feito 24 horas por dia.
SUSTENTABILIDADE – Foram contratados também os serviços de uma máquina varredeira e de 80 pessoas, responsáveis por fazer a manutenção da limpeza das ruas no entorno do porto. Outras duas máquinas, de menor porte, fazem a limpeza na área do cais. O material coletado na varredura é recolhido e enviado pela Associação dos Operadores do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá para uma empresa de Ponta Grossa (PR), que faz a compostagem do material e transforma em adubo para a plantação de grama. Desde janeiro, foram recolhidos 2,4 mil toneladas de resíduos destinados à compostagem.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Portos paranaenses são apresentados para micro e pequenos empresários

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) participa da XXI Convenção Anual da Federação das Associações Comerciais do Paraná (Faciap), iniciada no domingo (6) em Foz do Iguaçu. O objetivo da Appa é apresentar os portos paranaenses como opção para os micro e pequenos empresários que exportam seus produtos.
O tema do encontro neste ano é “A importância do associativismo para a transformação do Estado e o papel das associações comerciais como agentes de desenvolvimento”. Nesta terça-feira (8), o presidente do Instituto de Planejamento e Promoção de Comércio Exterior, Ardisson Naim Akel, fará uma palestra sobre como os micro, pequenos e médios empresários podem apostar nas exportações para garantir o desenvolvimento.
“O porto atende empresas paranaenses de qualquer porte. Estamos esperando por todos de braços abertos para demonstrar que somos a melhor opção para quem deseja exportar”, afirma o diretor empresarial da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Lourenço Fregonese.
Paralelamente às palestras, uma feira com empresas que representam o governo, bancos e cooperativas, entre outros, foi montada para atender quem participa do evento. Pelo terceiro ano consecutivo, a Appa está presente na convenção.
NOVOS PROGRAMAS – Durante a convenção, a Faciap, em parceria com o Sebrae e o Governo do Estado, vai lançar dois programas de fomento à capacitação de donos de micro e pequenas empresas: Bom Negócio Paraná e Banco do Empreendedor Paraná.
Bom Negócio Paraná é um curso sobre empreendedorismo que aborda temas como gestão de negócios, de pessoas, financeira, comercial e estratégica. O Banco do Empreendedor Paraná prevê a orientação, por meio de agentes de crédito, sobre o uso dos recursos e o acompanhamento dos resultados de sua aplicação no negócio.
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
CPI dos Portos ouve ex-procuradores jurídicos da APPA

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Portos ouvem nesta terça e quarta-feira (25 e 26), os ex-procuradores jurídicos da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA).
Serão ouvidos Alaor Ribeiro dos Reis, Eduardo Ramos Caron Tesserolli, Stella Maris Figueiredo Bittencourt, Benedito Nicolau dos Santos e Maurício Vítor de Souza. Eles ocuparam o cargo de procurador da APPA durante os oito anos do governo passado.
Na semana passada, durante depoimento à CPI, o atual chefe do setor, Maurício Ferrante, disse que processos e arquivos com cópias de contratos, aditivos, petições e licitações feitas pela APPA durante o governo passado desapareceram
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Porto de Paranaguá amplia exportações de soja em 16%

A movimentação de mercadorias pelos portos de Paranaguá e Antonina nos nove primeiros meses do ano registrou alta de 7% em comparação a 2010. Somando exportações e importações, foram movimentadas 31,3 milhões de toneladas de produtos. Entre os grãos, o destaque ficou com a soja, que teve aumento de 16,6% nas exportações em relação ao mesmo período do ano anterior.
Das 5,9 milhões de toneladas de soja exportadas, quase 4 milhões de toneladas foram enviadas para a China, principal destino do grão exportado por Paranaguá. Em seguida aparecem Holanda e Taiwan no ranking dos principais destinos da soja que sai pelo terminal paranaense.
As exportações de açúcar também registraram alta no período. Foram 3,2 milhões de toneladas exportadas, volume 19,5% superior ao registrado em 2010. Considerando o total das exportações de granéis sólidos, o Porto de Paranaguá movimentou 14,4 milhões de toneladas, alta de 4% em relação a 2010.
Nas importações, os fertilizantes apresentaram aumento de 34% em relação a 2010. Foram 6 milhões de toneladas, o que mantém o Porto de Paranaguá na liderança nacional de importação do produto. Os principais países de origem dos fertilizantes importados por Paranaguá são Rússia, Canadá e Belarus.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Movimentação de cargas no Porto de Paranaguá cresce 5,8%
O Porto de Paranaguá movimentou 27,1 milhões de toneladas de mercadorias de janeiro a agosto de 2011, com aumento de 5,8% sobre a movimentação de cargas no mesmo período de 2010. De acordo com a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), houve crescimento em todos os segmentos, de granéis sólidos e carga geral até veículos e contêineres.
Dois terços do volume movimentado pelo porto de Paranaguá neste ano correspondem a granéis sólidos produzidos pelo agronegócio, que apresentaram aumento de 5,8% em relação a 2010, totalizando 17,4 milhões de toneladas. Esse volume inclui soja, farelos, milho e açúcar, além da importação de fertilizantes.
O superintendente da Appa, Airton Vidal Maron, afirmou que os números representam a força da economia nacional e um sinal claro da retomada da confiança do setor produtivo nos portos paranaenses. “O governo Beto Richa começou o ano fazendo a dragagem emergencial no porto e tem feito muitos esforços para modernizar o Estado, recuperar a infraestrutura e atrair novos investimentos, que gerem emprego, renda e riqueza ao Paraná. Isso se reflete na atividade do porto”, disse Maron.
O destaque do ano fica por conta da exportação de soja em grão, com 5,4 milhões de toneladas transportadas nos oito primeiros meses do ano — 11 % a mais do que em 2010. A importação de fertilizantes teve alta de 26% até agosto, passando de 5,25 milhões de toneladas para 6,6 milhões.
No mesmo período, a movimentação de milho cresceu 3,4% e chegou a 1,2 milhões de toneladas. O açúcar teve movimentação 14% maior, alcançando 2,6 milhões de toneladas. A movimentação de carga geral cresceu 2,6%, para 6,3 milhões de toneladas, entre exportação e importação.
A exportação e a importação de veículos pelo porto de Paranaguá também foram significativas de janeiro a agosto, com crescimento de 20,8% sobre o mesmo período do ano passado, passando de 109,5 mil para 132,4 mil unidades.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Depois de oito anos, Paraguai retoma exportações de soja por Paranaguá

As exportações de soja paraguaia pelo Porto de Paranaguá voltarão a ser realizadas a partir de agosto. Há oito anos os paraguaios deixaram de exportar soja pelo porto paranaense em função de políticas públicas que dificultaram o escoamento de cargas, como a proibição do embarque de soja transgênica.
Um trabalho envolvendo o governo do Paraná, Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (Acifi), Ministério da Agricultura e Receita Federal está trazendo de volta os produtos paraguaios. De acordo com o diretor de Comércio Exterior da Acifi, Mario Alberto Camargo, já estão negociadas cerca de 30 mil toneladas de soja para serem exportadas pelo Porto de Paranaguá.
“A nossa previsão é que, até o final de 2011, sejam escoadas por Paranaguá 100 mil toneladas de soja paraguaia”, afirma. Camargo diz ainda que existe uma demanda reprimida no Paraguai que permite a movimentação de até 1 milhão de toneladas/ano de soja pelo porto paranaense.
A mudança no governo do Paraná – que passou a privilegiar a gestão técnica de órgãos e empresas públicas e a valorizar o diálogo com todos os segmentos da sociedade – tem permitido que o terminal retome a credibilidade perdida nos últimos anos e recupere cargas.
“Com este trabalho integrado em várias frentes conseguimos demonstrar que é mais competitivo exportar a soja paraguaia por Paranaguá. Mas o fator preponderante nesta escolha é que o empresário não tem mais medo de escoar pelo terminal porque sabe que não serão criados mais entraves como no passado”, disse Camargo.
CONCORRÊNCIA – Reconquistar as cargas paraguaias é uma meta que tem exigido muito trabalho do governo estadual e da Associação Comercial de Foz do Iguaçu. Durante os oito anos em que deixaram de escoar pelo Porto de Paranaguá, os paraguaios investiram em infraestrutura para exportar a soja produzida no país. “Há oito anos, antes da exportação da soja pelos paraguaios ser interrompida em Paranaguá, o Paraguai tinha apenas um porto fluvial. Hoje, são oito. Por isso, oferecer alternativas competitivas se tornou mais complicado”, disse Camargo.
A superintendência do Ministério da Agricultura no Paraná está incentivando as transações. Medidas para facilitar a liberação de mercadorias têm dado agilidade ao desembaraço, como a integração aduaneira que permite a fiscalização da carga pelo Ministério da Agricultura do Brasil ainda em solo paraguaio.
A Receita Federal também tem apoiado a iniciativa. Já foi estabelecido um cronograma de chegada de caminhões no Entreposto Alfandegado do Paraguai em Paranaguá para evitar congestionamentos ou filas. Num primeiro momento, a Receita irá liberar a chegada de 20 caminhões provenientes do Paraguai por dia, podendo aumentar este número conforme a necessidade.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Porto de Paranaguá sedia a 1ª Reunião de Desenvolvimento do Turismo Náutico no Estado do Paraná

Acontece hoje e amanhã (6) a 1ª Reunião de Desenvolvimento do Turismo Náutico no Estado do Paraná e a 15ª Reunião do GT Náutico Nacional. O evento acontece na sede da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), em Paranaguá, onde será articulado um convênio para elaborar um Diagnóstico do Potencial do Turismo Náutico Paranaense.
No encontro, os secretários nacionais de Políticas de Turismo, Bel Mesquita, e de Programas de Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva, e o diretor de Estruturação do Ministério do Turismo e Coordenador do GT Náutico Brasileiro Ricardo Moech, vão debater uma série de ações pontuais e a criação do Comitê de Desenvolvimento do Turismo Náutico Paranaense, com foco especial no turismo marítimo.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Recuperação do acesso ao porto é autorizada

A recuperação do acesso rodoviário ao Porto de Paranaguá pela Avenida Airton Sena foi autorizada, em Brasília, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O anúncio foi feito durante audiência do diretor do órgão, Luiz Antonio Pagot, com o secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
São cinco quilômetros e oitocentos metros que serão recuperados por meio de uma concorrência emergencial, para atender ao tráfego diário de 4.500 caminhões. O DNIT também anunciou a inclusão, no orçamento de 2012, de verbas para a elaboração de um novo projeto para a rodovia, incluindo os acessos ao porto, ao centro do município e às praias.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Governo estuda ações para revitalizar o porto de Antonina

A Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística estuda ações para a revitalização do terminal portuário de Antonina. Entre outras medidas, está prevista a construção de mais 140 metros de cais no terminal público Barão de Teffé, informou o secretário José Richa Filho. Segundo ele, também estão previstos investimentos para a construção de um novo armazém, e mais a pavimentação da área retroportuária, atualmente com 391.768 metros quadrados. “Os investimentos que o pré-sal trará para o litoral brasileiro são um grande motivador para que o planejamento viário seja um facilitador e indutor de novos empreendimentos no litoral paranaense, resgatando para Antonina a importância histórica que o município teve na economia estadual”, acrescentou o secretário. Desde 1994, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina arrendou para a iniciativa privada a área denominada Ponta do Félix, nas proximidades do cais Barão de Teffé, sentido Paranaguá. O terminal foi destinado para a construção, ampliação e exploração de instalações portuárias visando operações de carga e descarga de produtos congelados e afins. A área abriga na atualidade os Terminais Portuários da Ponta do Félix S.A. (TPPF). Além de congelados, são movimentados no local açúcar e fertilizantes. Desde o início deste ano foram movimentadas 600 mil toneladas. “Para aumentar a produção nos terminais público e privado em Antonina, precisamos investir na infraestrutura e superestrutura portuária, e manter em condições de trafegabilidade os acessos rodoviário, ferroviário e marítimo”, disse José Richa Filho.
IMPORTÂNCIA HISTÓRICA - O Porto de Antonina teve grande importância econômica no Século Dezenove e já no Século Vinte movimentou expressivo volume de erva-mate e madeira. No início do mesmo século, o terminal abrigou o complexo industrial e portuário da família Matarazzo. Na época, foi construído o ramal até a estação ferroviária de Antonina. A partir dos anos sessenta começou o decréscimo de movimentação de mercadorias com os exportadores encerrando suas atividades. A inauguração da BR-277 em 1968 aumentou a preferência pelo Porto de Paranaguá.
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